segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

HERÓIS NACIONAIS DO WATSON

DIA DOS QUADRINHOS NACIONAIS  30/01/2017
HERÓIS NACIONAIS
CRIADOR: WATSON PORTELA
2017 – 50 ANOS DE QUADRINHOS NACIONAIS
MATUMBO - 30/1/2017

lASER
ROBÔ GIGANTE
XANADU
CAÇADORA DE LENDAS
REX
SUPER GAY
CABEÇA DE FERRO
DRAGÕES URBANOS
KID SEPULTURA
HEREGE
CAÇADORA DE RECOMPEÇA
ENTIDADE ZERO
GUARDIÃO NOTURNO
CÓDIGO 45
GABRIEL
CAPITÃO RESGATE
ASA BRANCA


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domingo, 29 de janeiro de 2017

HERÓIS NACIONAIS

HERÓIS NACIONAIS QUE EU CURTO! 
POR WATSON PORTELA
2017 - 50 ANOS DE DESENHO
MATUMBO - 29/01/2017

·         RAIMUNDO O CANGACEIRO
MIRZA
·         O MORTO DO PANTANO
·         SUPERARGO
·         PELE DE COBRA
·         GATO
·         MYLAR
·         JUVÊNCIO, O JUSTICEIRO DO SERTÃO
·         PABEYMA
·         TARUN
·         SUPER HEROS
·         GOLDEN GUITAR
·         NÁDIA
·         LOBISOMEM
·         HOMEM FERA
·         PANTERA NEGRA
·         MISTYKO
·         RAIO NEGRO
·         HOMEM LUA
·         HYDROMEN
·         HOMEM FERA
·         TARGO
·         VISG
·         A MÚMIA
·         HOMEM FORÇA
·         JUDOKA
·         VIGILANTE RODOVIÁRIO
·         CHET
·         O ANJO
·         O VINGADOR
·         CISCO KID
·         FIKON
·         BOLA DE FOGO
·         FANTASTIC
·         A ESPIÃ DE VÊNUS
·         SATÃ
·         BIKINI CAT

·         CAPITÃO ESTRELA

































quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

UNIVERSO NO PAPEL

Quando se cria um universo no papel, em forma de HQ...vários personagens criam forma, além de um roteiro definido e objetivo.Não é a mesma coisa que criar  uma história de 10 ou 20 páginas, no universo, várias pontas soltas tem que ser "amarradas", pra que o todo, não perca o sentido. Cada personagem tem sua história, explicada no decorrer da HQ. Não é tão simples, como uma aranha que pica um sujeito e ele cria super poderes, ou outro, que sofre um acidente com raios gama, e... bom, muitos "sofreram acidentes semelhantes!, fácil assim. Enfim, tem quem goste.

Watson Portela - 2017, 50 anos de desenho
Matumbo 26/01/2017.

Watson Portela - 2017, 50 anos de desenho
Matumbo 26/01/2017.





sábado, 21 de janeiro de 2017

ENTREVISTA CAPA DO TEX

JIM HALLEY ENTREVISTA WATSON PORTELA AUTOR DA LENDÁRIA "CAPA BRASILEIRA" DO TEX 94
   WATSON PORTELA 2017 -   50 ANOS DE DESENHO 
22/01/2017.

Recentemente estivemos conversando sobre a melhor editora de Tex, e vimos o apreço dos pards pela "Era Vecchi", então decidi bater um papo com quem, não apenas estava lá, mas, que também "Fez essa era acontecer" o desenhista Watson Portela! Autor da capa do Tex 94 Vecchi, um "EPECIAL DE NATAL" com 224 páginas.
JH- Boa tarde mestre Watson!
WP- Boa tarde Jim, boa tarde Fã clube Tex Brasil!
JH- Watson! primeiro conte pra gente a "história" dessa capa!
WP- bem eu já trabalhava para a Vecchi, o Editor (provavelmente o Otacílio Assunção, não sou bom pra guardar nomes!) me chamou e pediu para fazer a capa desse Tex, porquê se tratava de uma edição especial...era o casamento dele, fiz o desenho utilizando aquarela!
a Vecchi foi onde iniciei minha Carreira e onde meu desenho pode evoluir, com essa capa comecei a me familiarizar com as cores!
JH- tem algum detalhe especial, ou curiosidade sobre essa capa?
WP- sim, outra pessoa assinou o meu desenho! rsrsrsrsrs!
JH-???? Como??
WP- eu explico! é que em meu desenho, o casal Willer estava do lado direito da capa, daí espelharam a arte e inverteram a posição, mas eu não estava na editora nesse dia e como a revista precisava ser impressa meio tipo "Ontem" alguém precisou refazer minha assinatura que ficou meio torta, mas, tudo bem rsrsrs.
JH- como você encarou essa missão?
WP- fiquei preocupado, embora já tivesse feito várias capas para Spektro e Sobrenatural (ambas da editora Vecchi) eu não dominava direito as cores da aquarela (isso só aconteceria na Grafipar)...meu maior medo era a reação dos fãs de Tex! Afinal, a Revista vendia pra caramba!...enfim, essa é a história dessa capa.
JH- descreva como foi a era Vecchi vista de dentro da Vecchi??
WP- era incrível...eu recebia as edições de Tex (Recebia tudo o que a editora publicava, como todos os outros colaboradores!) gostava mais do Ken Parker!! Mas gostava de Tex também e curtia muito um desenhista em questão! Acho que seu nome era Ticci.
JH- e o que mais você produziu na Vecchi?
WP- enfim foi na Vecchi que dei início a série "Paralela" no singular!! ("Mais tarde as famosas PARALELAS DE WATSON!) participei da MAD e criei as logos das revistas "SOBRENATURAL" e "HISTÓRIAS DO FAROESTE" (aquela que tinha um riflezinho encostado no letreiro!)
JH- e o Chet??
WP- o Chet foi muuiito inspirado em Tex! (Sobretudo pelo sucesso de Tex!! gente, como aquele gibi vendia!!)
o nome Chet foi idéia do editor!
Lotário Vecchi, pediu que eu criasse o visual dos personagens! criei então as figuras de Chet, Ricky e Blue!! e depois vendi os direitos autorais para o mesmo, pois houve um acordo prévio!!
JH- para terminar em poucas palavras como foi o seu Pós Vecchi?
WP- teve bastante coisa!! Grafipar, Abril, capas para revistas de super-heróis Marvel, personagens de TV enfim, mas acredito que isto seria uma outra história.
JH- muito obrigado Mestre Watson!
WP- abraços Jim Halley, abraços também a todos os integrantes Fã Clube Tex Brasil.



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

FOTOLITO INVERTIDO

Muitas coisas aconteciam nas Editoras, mais em função dos leitores, que dos desenhistas de Quadrinhos Nacionais. Uma revista de Quadrinhos é um produto, e como qualquer produto, tem que ter em seu interior, o conteúdo que se propões a vender, caso contrário, estaria lesando o consumidor (no caso, os leitores). Por isso, havia regras, para se construir uma história em Quadrinhos! Quero deixar bem claro, que não falo aqui, representando os demais, mesmo porque, essas regras foram passadas para mim, que achei correta e concordei em segui-las! Funcionava assim..

1 – Os cortes de enquadramento, só poderiam ser feitos até a metade das coxas do personagem. Daí pra baixo era primário, embora eu já tivesse vistos “cortes nos tornozelos”, prática comum nos quadrinhos da época (Nacional e Estrangeiro).

2 – Evitar excesso de closes! Essa era pra afastar a preguiça de fazer ângulos diferentes e cenários!

3 – Nunca colocar o personagem “olhando “pro meio da revista, onde ficavam os grampos (ou brochura)“! Ele (Eles ou Elas!). Tem que “Olhar” pra “fora da revista”! Cometi esse erro, quando fiz a capa do TEX, Inverteram o fotolito e, minha assinatura, também foi invertida, e como morava distante da Editora, alguém assinou por mim (ficou pesada, mas tudo bem!).
Watson Portela - 50 anos de desenho
Matumbo - 19/01/2017.
Cometi esse erro, quando fiz a capa do TEX, Inverteram o fotolito e, minha assinatura, também foi invertida, e como morava distante da Editora, alguém assinou por mim (ficou pesada, mas tudo bem!).

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

REGRAS PARA CONSTRUIR UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS

Muitas coisas aconteciam nas Editoras, mais em função dos leitores, que dos desenhistas de Quadrinhos Nacionais. Uma revista de Quadrinhos é um produto, e como qualquer produto, tem que ter em seu interior, o conteúdo que se propões a vender, caso contrário, estaria lesando o consumidor (no caso, os leitores). Por isso, havia regras, para se construir uma história em Quadrinhos! Quero deixar bem claro, que não falo aqui, representando os demais, mesmo porque, essas regras foram passadas para mim, que achei correta e concordei em segui-las! Funcionava assim..
1 – Os cortes de enquadramento, só poderiam ser feitos até a metade das coxas do personagem. Daí pra baixo era primário, embora eu já tivesse vistos “cortes nos tornozelos”, prática comum nos quadrinhos da época (Nacional e Estrangeiro).
2 – Evitar excesso de closes! Essa era pra afastar a preguiça de fazer ângulos diferentes e cenários!
3 – Nunca colocar o personagem “olhando “pro meio da revista, onde ficavam os grampos (ou brochura)“! Ele (Eles ou Elas!). Tem que “Olhar” pra “fora da revista”! Cometi esse erro, quando fiz a capa do TEX, Inverteram o fotolito e, minha assinatura, também foi invertida, e como morava distante da Editora, alguém assinou por mim (ficou pesada, mas tudo bem!).
4 – “Situar o leitor”! Ou seja, substituir o texto clichê: “Enquanto isso...” por uma linguagem visual, esquemas utilizados em filmes, novelas e ETC e TAL... Quando se muda pra uma outra cena, fazer uma visão panorâmica externa do local, para em seguida, uma visão interna, pra não confundir os leitores. Essa regra, também girava em função da preguiça de alguns desenhistas de construir cenários!
Bom! Essas regras eram basicamente, uma cartilha do primário! Enquanto isso, as redundâncias textuais, matavam a pau! Parecia que continuávamos nos anos 50/60! Vou citar apenas uma cena, muito clichê: O personagem é atingido e cai de seu cavalo (a arte mostra tudo), mas o texto é colocado: “Atingido no ombro, nosso herói (*) cai de seu cavalo”. Bom! Além de desnecessário, tratava o leitor como uma criança, sem muito raciocínio, penso eu!(*) “NOSSO HERÓI”, pense num clichê surrado?!?
Watson Portela – 2017 50 ANOS DE DESENHO
18/01/2017 – MATUMBO/RJ

Regras para construir uma História em Quadrinhos

Nunca colocar o personagem “olhando “pro meio da revista, onde ficavam os grampos (ou brochura)“! Ele (Eles ou Elas!). Tem que “Olhar” pra “fora da revista”! Cometi esse erro, quando fiz a capa do TEX, Inverteram o fotolito e, minha assinatura, também foi invertida, e como morava distante da Editora, alguém assinou por mim (ficou pesada, mas tudo bem!).
Evitar excesso de closes! Essa era pra afastar a preguiça de fazer ângulos diferentes e cenários!
Os cortes de enquadramento, só poderiam ser feitos até a metade das coxas do personagem. Daí pra baixo era primário, embora eu já tivesse vistos “cortes nos tornozelos”, prática comum nos quadrinhos da época (Nacional e Estrangeiro).





 “Situar o leitor”! Ou seja, substituir o texto clichê: “Enquanto isso...” por uma linguagem visual, esquemas utilizados em filmes, novelas e ETC e TAL... Quando se muda pra uma outra cena, fazer uma visão panorâmica externa do local, para em seguida, uma visão interna, pra não confundir os leitores